quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Deus da minha vida

CREIA ANTES DE VENCER

Vencer... Vencer... Vencer... Como as pessoas no mundo todo, buscam e almejam vencer!
Nunca vi um tema tão pregado e ensinado no meio da sociedade e das Igrejas! As pessoas buscam vencer a todo custo.
Querem vencer nos negócios; Vencer na vida; Vencer nas dificuldades; Vencer no amor; Vencer no mundo; Vencer nas provações; etc.
Vencer, se tornou o principal objetivo da raça humana. Ela já não consegue viver sem vencer, e no tempo das guerras, era uma questão de sobrevivência.
Queremos tanto vencer, que se esquecemos do que realmente queremos! Exemplo: Em casa, quero vencer a minha mulher, quero ter a primazia, quero ser o cara que manda. Mas observo que, o que mais quero na verdade, é a comunhão com minha esposa, logo, eu não posso vencer, pois a minha vitória, trará prejuízo para o meu lar.
Muitas vezes precisamos perder: Perdemos em casa, mas, ganhamos um lar; perdemos no negócio, mas, ganhamos um amigo; perdemos as riquezas, mas, ganhamos um filho que retornou; perdemos uma viagem de avião, mas, ganhamos a vida; perdemos uma namorada, mas, ganhamos uma esposa; etc.
Quantas pessoas que perderam algo, e que isso mudou totalmente as suas vidas! Será que temos que vencer sempre?
Queremos tanto ganhar o Céu, mas se esquecemos de perder o mundo, de perder os vícios, de perder as intrigas e brigas.
A Bíblia está cheia de conselhos e mandamentos, para ensinar o homem a perder: Devemos perder, para aquele que nos pede algo; devemos perder nas ofensas, não revidando; devemos perder na opressão, servindo com amor; devemos perder no financeiro, socorrendo o próximo. Conselhos para se perder é o que mais tem na Bíblia.
Mas quando DEUS disse: Quem vencer herdará todas as coisas, e eu serei seu DEUS, e ele será meu filho (Apoc. 21-7), Ele não estava se referindo em vencer seu próximo, ou, vencer sua mulher, Ele estava dizendo para o homem vencer seu principal oponente, ou seja, vencer a si mesmo.
Vencer a si mesmo é mais difícil que conquistar uma cidade fortificada. Ou seja, vencer a si mesmo é mais difícil do que vencer um exército.
Pois JESUS disse: Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome a sua cruz, e siga-me. Porque qualquer que quiser salvar a sua vida perdê-la-á, mas qualquer que perder a sua vida por amor de mim e do evangelho, esse a salvará. Pois que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma? (Marcos 8-34á36).
JESUS nestes versículos, diz claramente para o homem perder sua vida em prol do evangelho.
Ora! A vida?! Não há nada mais importante que a nossa vida!
Há sim! A vida eterna! Que, aliás, foi promessa Dele, e Ele não é mentiroso.
Agora você entendeu o porquê do tema! Creia antes de vencer!
Quando cremos no que JESUS disse, as nossas supostas “derrotas”, se tornam doces, pois a nossa suprema vitória nos aguarda.
Crer no que Ele disse, vale mais do que muitas vitórias!
E o diabo? Ele já está derrotado! Não precisa derrotá-lo, precisa só resisti-lo.
Precisamos se preocupar com nosso principal inimigo_ O EU! Que muitas vezes quer voltar para o Egito, e o nosso egocentrismo nos arrasta para o inferno, nos impedindo de perdoar e se conciliar com as pessoas.
Muitos nas igrejas buscam vencer sua liderança, vencer seus conjugues, vencer seus pais. Não sabem eles, que estão caminhando para a derrota. JESUS disse que quando quisermos ser grande, devemos servir, ou seja, devemos perder.
Mulheres que querem ser a cabeça no lar, o tornam em um campo de guerra e discórdia, pois a desobediência dos princípios Bíblicos, só trás confusão e contenda.
Que a nossa busca pela vitória, seja a vitória em CRISTO, que, aliás, não é prejudicial para ninguém, só para o diabo.
Aprendamos a perder, para vencer.

domingo, 25 de dezembro de 2011

EQUILÍBRIO CRISTÃO

Um dos elementos mais importantes na vida do cristão é o equilíbrio.
Extremos são perigosos, e podem deformar completamente o cristianismo.
O caminho mais curto para a heresia e a apostasia é quando uma doutrina ou prática é supervalorizada em detrimento de outras doutrinas e práticas igualmente importantes.

Vejamos alguns pontos onde o equilíbrio é fundamental:


Amor e Misericórdia x Ira e Justiça

Alguns cristãos dão tanta ênfase ao amor e à misericórdia de Deus que se esquecem completamente de Sua justiça e de Sua ira contra os pecadores. Constroem um deus estranho, que aceita tudo e não tem valores morais ou, no máximo, não os leva em consideração.

Por outro lado, também há aqueles que, buscando salvaguardar a justiça divina, terminam criando um deus tirano e impiedoso, que não demonstra bondade e compaixão alguma pelos violadores de Sua lei. Um deus que não demonstra amor, nem se apieda de Suas criaturas.

Ambos deuses acima são imagens distorcidas do Deus bíblico surgidas a partir de visões extremistas e sem discernimento. Ambas não colocaram na balança a bondade e a severidade de Deus. São leituras míopes da Escritura, desequilibradas e parciais, que não se apóiam sobre a totalidade da Revelação.

"Considera, pois, a bondade e a severidade de Deus: para com os que caíram, severidade; mas para contigo, benignidade, se permaneceres na sua benignidade; de outra maneira também tu serás cortado." (Romanos 11:22)

Lei x Evangelho

Outro exemplo similar é o equilíbrio que devemos ter ao pesar a Lei e o Evangelho. Qualquer desequilíbrio nesta área gerará um conceito deturpado, e corromperá tanto a Lei quanto o Evangelho. Na verdade, Lei e Evangelho são inseparáveis, estão em harmonia, e se completam mutuamente. A Lei aponta nosso pecado e nos mostra o quão condenáveis somos. Ela nos faz desesperar e, como aio, nos conduz a Cristo, por meio do Evangelho. O Evangelho, por sua vez, nos salva da condenação da Lei, por meio de Cristo, e então nos devolve novamente à Lei, para que vivamos vidas piedosas em obediência a Deus, pelo poder do Espírito.

"De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados." (Gálatas 3:24)

Fé x Obras

Equilíbrio é igualmente necessário quando falamos de fé e obras. Sabemos que a fé sem obras é morta, conforme Tiago 2:26. Por outro lado, tudo que não é da fé é pecado, conforme Romanos 14:23. Isso significa que as obras sem a fé e a fé sem as obras são igualmente erradas. De nada vale dizer que se tem muita fé, mas não exercê-la praticando boas obras. Da mesma forma, as obras que não procedem de um coração temente a Deus e que não visam Sua glória também são sem valor.

Esperança no Futuro x Ação no Presente

Podemos citar muitos outros casos em que o equilíbrio é fundamental. Um deles é a relação entre nossa esperança no futuro e nossa ação no presente. Nossos olhos devem estar voltados para Cristo e nossa reunião com Ele naquele dia glorioso do Seu retorno. Porém, não podemos fazer disso uma desculpa para relaxarmos com nossos deveres na presente era.

Intelecto x Sentimentos

Outro ponto onde muitas vezes falhamos é na relação que há entre intelecto e sentimentos, ou entre razão e emoção. Esses são dois extremos em que os cristãos costumam cair frequentemente. Há aqueles que se tornam demasiadamente intelectuais, sem afeições, puramente técnicos em sua vida cristã, como se cristianismo fosse uma teoria sem vida. Outros, por outro lado, caem num emocionalismo irracional e acabam, por causa disso, abrançando todo tipo de práticas e doutrinas ilógicas e anti-biblicas.

O cristianismo é totalmente intelectual e lógico, mas não se resume a conceitos teóricos.
Ele é o poder de uma nova vida.

Machismo x Feminismo

Este conflito é uma boa amostra dos estragos que os extremos podem causar. Tanto machistas quanto feministas erram. A esposa deve ser submissa ao seu esposo, honrá-lo e obedecê-lo, mas não em detrimento da dignidade e valor da esposa. Mulheres não são inferiores e devem ter seus direitos preservados. Ao esposo cabe amá-la e respeitá-la, proporcionando-lhe sustento, segurança, liberdade e honra.

O ponto de equilíbrio está justamente aqui, na analogia com Cristo e a Igreja:

"Portanto, assim como a Igreja é obediente a Cristo, assim também a esposa deve obedecer em tudo ao seu marido. Marido, ame a sua esposa, assim como Cristo amou a Igreja e deu a sua vida por ela." (Efésios 5:24-25)

Santidade x Amor x Ortodoxia

Essa face tríplice da vida cristã é fundamental e deve estar muito bem equilibrada. Santidade sem amor e sem ortodoxia (crenças corretas) causa um cristianismo manco. O mesmo ocorre com amor sem santidade e sem ortodoxia, ou ortodoxia sem santidade e sem amor. Não adianta muito, por exemplo, "fazer bem ao próximo" se você tem conceitos falsos sobre Deus. Também não adianta ter conceitos corretos sobre Deus se você não O ama, nem obedece aos Seus mandamentos.

Outros exemplos

Muito mais poderia ser dito, por exemplo, a respeito da tensão entre soberania divina e responsabilidade humana, ou do tempo que devemos separar para as nossas obrigações na igreja, na família e na sociedade. Os nossos conceitos de sagrado e profano também devem ser equilibrados. Não podemos cair numa teologia de gueto, que considera sagrado apenas o que é religioso. Por outro lado, também não se pode cair no engano de achar que tudo é sagrado, inclusive o pecado.

Enfim, praticamente tudo na teologia e na prática cristã precisa ser visto e analisado com prudência e discernimento, olhando-se de forma global e abrangente, evitando os extremos e buscando o ponto de equilíbrio bíblico.

Mais exemplos poderiam ser dados, mas estes são suficientes para expor a questão.

Fonte: Internautas Cristão (Incendiario)

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Recibo

O ÁLCOOL "NOSSO" DE CADA DIA

Chegaram as festas, e com ela o consumo excessivo de álcool.
Os motivos para se beber são tantos, que é considerado anormal uma pessoa não beber, existe até uma classe de supostos crentes que bebem. E como bebem!
Desculpas é o que mais se tem para beber, colocam a culpa até em JESUS, citando que ele transformou água em vinho.
O que leva as pessoas a beberem, é o vício desenfreado, associado a um vazio na alma, pois as pessoas sem DEUS não tem paz, e na falta dela, se entregam a todo tipo de vício.
E as pessoas que se dizem crentes, mas bebem, é devido a sua ignorância e falta de conhecimento bíblico.
Vemos no texto Bíblico, que JESUS transformou a água em vinho, no bom vinho. O bom vinho era o vinho novo, ou seja, era o suco não fermentado da uva.
Através de um estudo sobre os vinhos bíblicos, vemos que várias bebidas fermentadas, ou não fermentadas, eram chamadas de vinho. Isso incluía sucos e xaropes, de uvas e amoras.
O povo Hebreu não conhecia o álcool, mas sabia que havia uma diferença nos vinhos, e que, com o passar do tempo, ele fermentava.
Eles usavam métodos, para impedir a fermentação natural do suco de uva, O suco era fervido até se transformar em um xarope, impedindo a sua fermentação; ou, o suco era colocado em um jarro de barro lacrado, e depois mergulhado em um tonel de água por vários dias, onde impedia a sua fermentação.
Outro texto, onde acusam JESUS, é a última ceia, onde as pessoas dizem que JESUS bebeu vinho embriagante com seus discípulos.
É outro erro de falta de raciocínio, e de conhecimento Bíblico.
Vamos avaliar os fatos: Deus disse que os bêbados não entrarão na Cidade Santa; a Bíblia afirma que os bêbados são como loucos, e que o vinho (fermentado) leva o homem a agir, e olhar nesciamente. Exemplo é o caso de Ló, onde suas filhas o embebedaram, e se deitaram com o próprio pai; outro caso é o de Noé, onde ficou nu, e foi causa de maldição para Cam, e sua descendência.
Diante de tantas negativas, como podemos afirmar que JESUS tomou vinho embriagante com seus discípulos?
Se DEUS condena a embriagues, como podemos crer que ele incentivou ingerir bebida fermentada?
É só examinar as Escrituras, e veremos que a última ceia aconteceu na semana da Páscoa Judaica, onde era determinantemente proibido se ter qualquer coisa, sólida ou líquida, fermentado em suas casas. Logo era impossível se ter vinho fermentado na última ceia.
E no final da última ceia Jesus disse: ... Não beberei deste fruto da vide até aquele dia em que o beba de novo... (Mateus 26-29).
Fruto da vide é a uva, e como se bebe a uva? Espremendo!
Ora! Se espremer a uva, temos suco de uva, e não vinho embriagante.
Ademais, acreditar que DEUS apóia a bebida alcoólica é o mesmo que chamá-lo de ignorante, pois ele sabe a destruição que causa o vício.
Ou seja, DEUS vê toda desgraça e miséria causada pelo álcool.
E como uma pessoa, dizendo ser cristã, bebe bebidas alcoólicas?
Será que não vê a quantidade de divórcios, causados pela bebida?
E a quantidade absurda de acidentes de veículos, causada pelo álcool?
E quantas famílias destruídas, por causa do vício?
Se olharmos mais a fundo, veremos toda destruição causada pelo álcool: Filhos, com medo dos pais bêbados; homens caídos nas valetas, e nas ruas; a quantidade imensa de pessoas mortas e paralíticas, causado pelo álcool no trânsito; etc.
É realmente uma falta de raciocínio cristão, pois diante de tantas desgraças, causadas pelo álcool, como poderemos prová-lo e aprová-lo?
Que possamos ser sóbrios, em toda nossa vida, para não errarmos o Caminho da fé e do amor (1ª Tessalonicenses 5-8).